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Vivemos numa geração demasiado acelerada. Podemos ter a sensação de que estamos muito conectados com aquilo que nos rodeia, a verdade é que a maior parte do tempo não estamos.
Já lhe aconteceu ir de carro para o trabalho e chegar lá sem se lembrar do percurso que fez? Ou até mesmo ter enviado uma mensagem e minutos depois não se lembrar daquilo que escreveu?
Estas questões, são apenas alguns exemplos simples, mas que reflectem o modo “piloto automático” em que vivemos, e que a longo prazo, pode trazer consequência negativas para o nosso bem estar, nomeadamente, ansiedade, sensação de incapacidade para lidar com os problemas, e até mesmo sintomas depressivos. No entanto, existem algumas práticas que nos podem ajudar a minimizar o stress provocado pelas exigências do nosso quotidiano, entre elas a prática de Mindfulness.
Mindfulness significa atenção plena, ou consciência plena, de forma intencional, ao momento presente e sem julgamento… É de um pode geral, poder experienciar de forma consciente o “aqui e agora”.
Existem várias formas de praticar Mindfulness, e na psicoterapia, a sua prática (formal e informal) pode ser uma mais-valia para alcançar resultados positivos.
Com a prática de Mindfulness é possivel tornamo-nos mais atentos, reflexivos e conscientes, porque aprendemos também a desligar intencionalmente o piloto automático, que tantas vezes nos gera a “sensação de agir sem pensar”, ou por outro lado, “não se conseguir focar.”
Os estudos e programas que têm vindo a ser desenvolvidos na área do mindfulness, têm demonstrado que a sua prática diária, tem inúmeros benefícios ao nível da regulação regulação emocional, na redução de sintomas de ansiedade e depressão.
Estes resultados, explicam-se pelo facto do Mindfulness promover a descentração em relação aos pensamentos e sentimentos negativos, reduzindo significativamente um conjunto de sintomas que podem causar intenso mau estar e que por sua vez, interferem na qualidade de vida.
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