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As perturbações do Neuro desenvolvimento são, como o próprio nome indica, alterações com origem no sistema nervoso central, que afeta o normal desenvolvimento da criança. Dentro destas perturbações temos a PEA – Perturbação do Espetro do Autismo que, de acordo com DSM-​5 (2013) é uma perturbação neuro comportamental cujos sintomas ocorrem nos três primeiros anos de vida e incluem dois grupos de critérios:

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Tudo começou pela altura de Natal, sentido fortes dores de costas e a barriga a inchar pensamos que era uma gripe.
No início do ano fomos ao hospital e após alguns exames ficou logo internada, dias depois os médicos resolveram operar, mas abriram e fecharam a barriga pois acharam que o estado dela já estava num estado muito avançado e nada havia a fazer.
Foi-​nos comunicado dias depois que a doença da minha mãe era um cancro nos ovários e já estava muito espalhado, tinha muitas metástases, disseram que a iam mandar para casa pois não podiam fazer mais nada por ela só tinha 3 meses de vida, disseram-​me para lhe dar a melhor qualidade de vida durante o pouco tempo que lhe restava .
Não quis acreditar no que estava a ouvir e interroguei o médico se não a iam enviar para o IPO para fazer tratamentos, ao qual ele me respondeu que não valia a pena pois no caso dela não havia nada a fazer.
Não estando convencida pois minha mãe ainda era muito nova tinha 61 anos e contra a vontade dele foi diretamente ao IPO e falei com uma equipa médica que ao saber do problema da minha mãe resolveram tratar dela (foram INCRIVEIS).
Fizeram novos exames, e resolveram começar imediatamente com a quimioterapia.
Levava a minha mãe à segunda feira de manhã e ia buscá-​la no dia a seguir, ela tinha muita vontade de viver e sempre que chegava aos tratamentos tentava alegrar toda a gente, o cabelo longo começou a cair, foi um choque para mim quando ela rapou o cabelo, mas ela nunca desanimou.
Fez quimioterapia durante 4 meses e no final desses 4 meses foi operada onde lhe tiraram os ovários e o útero, tudo correu muito bem.
Dias depois teve alta
Passado pouco tempo voltou ao IPO para fazer novos exames, dias depois ligaram do IPO a dizem que a minha mãe estava salva, conseguiram retirar todo o tumor e com a quimioterapia conseguiram queimar as metástases.
Foi dos dias mais felizes da minha vida, consegui salvar a minha mãe, os médicos do hospital de Penafiel estavam enganados.
De tempos em tempos ela tinha consultas de rotina e fazia novos exames e estava tudo bem e assim se manteve durante cerca de dois anos.
Passado esses dois anos em finais de novembro ela começou a sentir dores terríveis na barriga e a dizer que o sabor que vinha á boca era de fezes , levei-​a imediatamente para IPO fizeram exames de urgência e decidiram operar ainda no mesmo dia , falei com o médico que a operou ao qual ele me disse que para lhe salvar a vida tiveram que lhe tirar o intestino fora pois o cancro voltou em força e o intestino já estava todo minado .
Ela ficou a fazer as fezes para um saco, uma coisa terrível que ela nunca aceitou, ela perdeu a vontade de viver, a partir dai o sofrimento foi brutal, muitas idas e vindas ao IPO mas de nada valeu, muitos internamentos foi um ano de sofrimento.
15 dias antes de ela morrer mandaram-​na para casa , mas o estado dela estava a piorar de dia para dia não sabíamos o que fazer entretanto apanhou uma infeção na garganta , ai resolvemos leva-​la novamente para o IPO para ter um fim digno e sem dores , foi para os cuidados paliativos , mas ao fim de uma semana de internamento numa das noites que passei com ela apercebi-​me que ela não iria passar mais uma noite e resolvi falar com o médico para a mandar para casa para morrer pois foi sempre a vontade dela .
Chegou a casa pela hora de almoço, tinha muitas dores de hora a hora tínhamos que lhe injetar morfina, por volta das 5 da tarde ela deixou de ver, estava a chegar ao fim.
Por volta da meia noite deu o último suspiro.
A minha mãe morreu no dia 12 de novembro de 2004
BEM HAJA AOS MÉDICOS DO IPO.

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Foi em Março de 2017 que fui a uma consulta de rotina ao qual o médico através da apalpação detetou um nódulo na mama, ao qual o médico decidiu mandar-​me fazer uma biopsia, ainda fiquei na esperança de que aquele nodulo não tinha importância nenhuma
Algum tempo depois saiu o resultado desses exames, e SIM era cancro maligno tinha um nodulo localizado.
O mundo parecia que tinha acabado naquele momento, senti-​me triste, revoltada nem queria acreditar.
Pouco tempo depois ganhei coragem e contei aos meus filhos e ao meu marido o que se passava e tive total apoio da parte deles , posteriormente contei a alguns familiares e amigos e todo o apoio que eu senti da parte deles foi muito importante para eu conseguir encarar o problema e seguir em frente, comecei a pensar se isto me aconteceu eu vou ter que lutar contra isto, ninguém vai sofrer por mim, esta luta é minha e eu vou vencer .
Neste processo todo o meu médico Dr. S teve um papel muito importante, ele foi um grande medico e um grande amigo pois tive dele total apoio e muitas palavras de carinho e coragem.
Sem todo o apoio familiar e amigos incluindo o meu médico, não sei se teria coragem de enfrentar todo este processo sozinha.
Pouco tempo depois de ser detetado o tumor foi logo transferida para o IPO onde fui muito bem tratada, a cirurgia foi marcada muito rápida em poucas semanas já estava a ser operada.
A operação foi a 13 de junho de 2017, correu muito bem, o pós-​operatório foi muito doloroso e demorado.
Entretanto quando fui novamente á consulta ao IPO o médico que me atendeu disse-​me que teria de ser novamente operada para fazer um alargamento e limpar tudo o que não conseguiram limpar na 1 cirurgia, também correu tudo muito bem.
Iniciei os tratamentos de radioterapia, cerca de 30 tratamentos, mas não cheguei a fazer todas as sessões porque me propuseram fazer braquiterapia e eu aceitei, mesmo sendo muito doloroso correu como o esperado.
Desde então tenho ido ás consultas de rotina e feito exames frequentes e para já está tudo bem.

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Em 2013, foi-​me diagnosticado um carcinoma na mama.
Confesso que foi o pior dia da minha vida, um misto de dor e medo.
Tudo passou pela minha cabeça, tinha dois filhos menores e um medo de não os ver crescer, essa sem dúvida foi a minha maior preocupação, mas também a maior razão para eu lutar.
Aí começou a minha luta, exames e mais exames, resultado final quimioterapia, radioterapia e braquiterapia.
E sim, vi o tamanho da minha luta e do meu sofrimento, não só físico, mas também psicológico e toda a transformação do meu corpo. Tive enjoos, vómitos, dores musculares, falta de apetite, mas sempre tive um objetivo, lutar e vencer.
Dia 30/​04/​2019, fará 6 anos de lita, que valeram a pena. Estou cá, feliz e junto de quem amo.
Nunca ninguém estará preparado para um diagnóstico destes, mas lutem, sejam fortes. Vale sempre a pena.

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Uma biópsia urgente assusta e faz estremecer.
Quando fui ao dermatologista saber o resultado anatomopatológico, primeiro passei pela igreja e disse a Jesus: Não sei o que vou encontrar, mas seja qual for, aceito-​o, pois sei que vem das vossas mãos de Pai Bom e Amigo.
No regresso voltei à capela e disse: Obrigada Senhor, vou já fazer todas as diligências para adiantar o tratamento, conto com a Vossa ajuda. Tranquilizei-​me.
Nas dificuldades, a Fé em Deus, é a Única âncora para a esperança.

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Tudo começou com umas gripes mal curadas, que nunca mais passavam, dores de cabeça terríveis, que só passavam quando metida num quarto escuro, metida na cama sem ouvir nada nem ninguém.
Numa manhã o meu sogro acompanhou-​a à clínica para fazer o TAC, só que para nosso espanto, no mesmo dia ligaram a dizer que no exame tinham detetado anomalias e mais nada disseram.
No dia a seguir o meu sogro foi levantar o exame e levá-​lo ao médico, que poucas horas depois ligou a dizer para ele ir ter com ele o mais rápido que conseguisse, aí começamos todos a pensar o pior.
Passadas duas horas o meu sogro chegou a casa e disse a mim e ao filho “a mãe tem cancro, aqui está a carta para irmos para o S.João para realizar mais exames”.
Foi para o S. João, fizeram alguns exames, mas viram que a origem do cancro não era na cabeça, mas sim que o que havia na cabeça eram metástases.
Entretanto descobriu-​se de onde vinha o “bichinho”, como ela dizia, era um cancro do pulmão com metástases cerebrais e que estava a progredir a grande velocidade.
Neste momento sentimos muito medo, mas não podíamos demonstrá-​lo, pois ela não merecia, foi sempre uma guerreira.
Em Março de 2014 começa-​mos a nossa jornada pelo IPO, foi aí que a minha sogra pronunciou pela primeira vez a palavra cancro pela primeira vez, como ela disse, “agora caiu-​me a ficha, tenho mesmo cancro”.
Na primeira consulta foram passados mais e exames e mais tarde foi chamada par as consultas de grupo, a consulta de grupo de cancro do pulmão grau 4 na qual lhe disseram que iam realizar tratamentos de forma a ajudá-​la, começando por radioterapia cerebral.
A queda de cabelo foi muito difícil, porque ela era muito vaidosa e perder o cabelo foi muito mau.
Houveram mudanças na minha vida, tive que adaptar a minha vida, ao nível do trabalho, porque ela só me tinha a mim, mas fiz sempre o que podia e o que não podia.
Um dia ao virar-​se na cama, ela partiu o fémur, o maldito cancro tinha chegado aos ossos. Começou a fazer quimioterapia, o pior tinha acontecido, também tinha afetado o intestino e o estômago.
Muita coisa mudou cá em casa durante 3 meses, toda a gente aqui em casa ajudou, até a minha princesa com 4 anos na altura queria ajudar.
No dia do meu aniversário ela foi a primeira a dar-​me os parabéns, não se esqueceu.
Na manhã desse dia fui trabalhar com medo que me ligassem, a dar alguma notícia isso aconteceu, o meu marido ligou às 9:00 a dizer que a mãe não estava bem e realmente ela não reagia a nada nem ninguém, estava toda suja com fezes, a minha pequena a assistir a tudo, foi horrível, não chorei porque tinha que ser forte, era o alicerce naquela casa.
Os bombeiros levaram-​na para o Hospital de Penafiel, porque podia não chegar com vida ao IPO, porque os sinais vitais dela estavam muito fracos. Quando estava mais estabilizada pedimos par ir par o OPO, por causa da experiência dele com este tipo de situações.
Dia 25 de Dezembro a minha filha foi-​lhe mostrar as prendas que o pai natal lhe deu e ela ficou muito feliz, assim foi o seu último sorriso.
Dia 28, fomos vê-​la, mal respirava, mesmo com o oxigénio no máximo e estava com uma cor que não sei explicar horrível, horrível. O meu sogro, eu e o filho agarramos a mão dela e ela suspirou, um suspiro de alívio.
Assim foi, o maldito cancro tinha vencido.

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Em 2007, numa consulta onde lhe foi exigido uma série de análises ao sangue, foi constatado um PSA muito alto. O assunto viria a ser encaminhado para o médico que ao tempo o assistia, novas análises e valores de PSA altos, com muita delicadeza a médica que assistia o meu Pai viria a dizer-​lhe que seria melhor o seu encaminhamento para o IPO para termos a certeza se seria ou não cancro (benigno e maligno).
No IPO do Porto o meu Pai foi sujeito a todos exames com o objetivo de ser saber o que realmente teria, Cancro da Próstata, dito de uma forma frontal e sem meias palavras.
O meu Pai, sai do consultório com o olhar triste e a brotar lágrimas pela cara, diz “A minha Sentença» Revoltei-​me contra mim própria e contra Deus, Questionei-​me, porquê ao meu Pai e porquê a Mim?
Em meados de janeiro de 2009, a sua capacidade de locomoção é posta em causa, começam os tratamentos de quimioterapia, sessões e mais sessões, mas como lutador que era, fez as sessões todas, nas consultas de grupo as notícias nunca eram animadoras, mas como forte que o Meu Querido Pai que era, fomos todos lutando. De janeiro até abril de 2009, o seu estado foi-​se agravando, muitas foram as vezes que o auxiliei na sua dura batalha pela vida, a ida à casa de banho tornava-​se complicada, começou a depender de uma cadeira de rodas para ver a luz do dia e apanhar uns ares de sol. Confesso que muitas foram as vezes que chorei sozinha e implorava a Deus que curasse o Meu Pai.
A 10 de Fevereiro de 2009, nasceu o meu filho com 36 semanas, a partir daqui comecei a viver com duas realidades a vida /​morte.
Em Abril desse mesmo ano o meu Pai entra em estado terminal, deixa de andar, mas nunca desiste dos tratamentos… A 15 de junho de 2009 dá entrada no hospital para os seus 10 dias finais, revoltado, triste, mas sempre consciente do que se estava a passar, mas sempre com vontade de viver, não sei teve muitas dores e se as teve sabia como as camuflar, sempre que eu chegava perto dele queria uns miminhos nos seus pés e na sua cabeça.
Recordo-​me na véspera da sua partida, em estado de completa agonia… não aguentei ao ver a sua aflição, fugi… chorei e questionei-​me porquê a mim!!!!
Após a sua morte, comecei a ler artigos sobre o cancro e hoje vejo que é a nossa realidade, Uma doença que não escolhe idades, nem estratos sociais.

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A ansiedade é uma emoção, que pode surgir nas crianças, jovens e adultos, que é normal e adaptativa. Estarmos preocupados, ou ansiosos, faz parte da nossa gestão diária das emoções, ajuda-​nos a lidar com dificuldades, demonstra que nos sentimos responsáveis e motivados perante uma determinada tarefa, por exemplo fazer os trabalhos de casa, estar preocupado antes de um exame e permite-​nos enfrentar situações mais desafiantes.

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Na sequência da publicação do Decreto-​Lei n.º 542018 de 6 de julho, que estabelece os princípios e as normas que garantem a inclusão de todos e de cada um dos alunos, urge clarificar alguns conceitos.
A Educação Inclusiva pode ser compreendida como o fim do “iguais x diferentes”, “normais x deficientes”; Educação Inclusiva é uma educação voltada para a cidadania global, plena, livre de preconceitos e que reconhece e valoriza as diferenças. Na verdade, as diferenças sempre existiram mas agora, com a Educação Inclusiva, elas são reconhecidas e valorizadas, sem preconceitos. Todos os alunos, sem exceção, devem frequentar as salas de aula do ensino regular.
A Educação Inclusiva trouxe o fim da subdivisão Educação Especial x Ensino Regular.

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O EMDR — eye movement desensitization and reprocessing, trata-​se de um método terapêutico que permite a dessensibilização e o reprocessamento de memórias cristalizadas pela estimulação bilateral do cérebro, através do movimento ocular (podendo ser alternado com o uso de estímulos sonoros e/​ou tácteis). Este mecanismo é semelhante aquilo que acontece durante a fase REM do sono, e tem vindo a ser utlizado no tratamento de várias patologias, nomeadamente stress-​pós traumático, problemas de ansiedade e fobias, com resultados positivos a curto e longo prazo.

O EMDR é uma abordagem integrativa, uma vez que permiti não só a estimulação bilateral do cérebro, como também o reprocessamento de informação emocional, cognitiva, e sensorial, possibilitando ao cérebro de forma intrínseca gerar novas conexões, de forma mais adaptativa, e com menor nível de sofrimento quando o acontecimento e /​ou experiência anterior traumática é evocado.

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Esta área de intervenção tem na sua origem o trabalho do psicólogo norte americano Bóris Levinson, que já em 1962 começou a estudar os efeitos da presença de um cão nas suas sessões de terapia. Contudo, historicamente, há relatos bem mais ancestrais dos efeitos positivos que os animais poderão ter sobre as pessoas.
Não é difícil entender como é que uma ferramenta viva, como é o caso do cão, aliado ao processo terapêutico, pode facilitar o mesmo.

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A Fibrose Quística (FQ), cujo nome deriva do aspeto quístico e fibroso do pâncreas, é uma doença crónica, hereditária causada por alterações num determinado gene (o gene CFTR) que se transmite de pais para filhos. É uma das doenças genéticas mais comuns mas a sua incidência varia de acordo com a região do globo. Na maioria dos países europeus, calcula-​se que em média 1 em cada 2.0006.000 recém-​nascidos tenham FQ. Em Portugal, estima-​se que nasçam por ano cerca de 3040 crianças com FQ. A doença surge por mau funcionamento das glândulas exócrinas. É a nível dos pulmões e do intestino que a doença se manifesta com mais frequência, interferindo com a respiração e causando atraso no trânsito intestinal com acumulação de fezes e muco.
O mau funcionamento da proteína CFTR (a partir do gene CFTR mutado) em vários tecidos provoca sintomas em vários órgãos:
- Nas vias respiratórias (os mais graves e frequentes): as secreções brônquicas são muito espessas, difíceis de eliminar causando infeções respiratórias de repetição;
- Ao nível do tubo digestivo: o pâncreas não segrega as enzimas digestivas em quantidade suficiente para a digestão dos alimentos, levando a dificuldade em ganhar peso e estatura (fezes abundantes, gordurosas e de cheiro fétido). Assim, apesar de terem apetite, estes pacientes são habitualmente mal nutridos;
- Ao nível das glândulas sudoríparas não ocorre a absorção de cloreto e sódio, pelo que o suor tem excesso de sal. Este sintoma é utilizado no teste de suor, o mais comum no diagnóstico da FQ. Em caso de aumento de sudação (por exemplo pelo calor) pode por vezes surgir desidratação.
Muitos sintomas são tardios, contudo o diagnóstico pode ser realizado precocemente.

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Quando pensa em Alzheimer, pensa na palavra família? Se não, devia!

Fátima Nunes, Diretora do Instituto do Desenvolvimento e Helena Moreira, Consultora Externa na área da Neuropsicologia do ID, estiveram à conversa com a Revista Pontos de Vista a falar sobre Alzheimer. Já todos ouvimos falar, pelo menos uma vez, desta doença neurodegenerativa, no entanto, existem aspetos importantes que hoje ainda têm pouca voz. A questão “família” é um deles.

Ao entrar no Instituto de Desenvolvimento percebemos que o espaço é dotado de uma envolvência complicada de explicar por ser mais do que agradável. Quando falámos com os profissionais que lá trabalham ficamos com a certeza de que naquele lugar existe algo realmente importante: lá, as pessoas importam.

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